Arquivos para a Categoria ‘Angola’

NAVIOS DESVIADOS DE LUANDA PARA LOBITO

Maio 28, 2009
O Ministério dos Transportes Angolanos decretou recentemente que, devido à situação de congestionamneto no porto de Luanda, alguns navios fossem desviados para o porto do Lobito. No caso das cargas serem despachadas neste porto, cabe aos importadores assegurar o seu transporte entre Lobito e Luanda.Rogério Alves Vieira, presidente executivo da Associação dos Transitários de Portugal, APAT, refere à Logística Moderna que a situação está “contemplada na regulamentação internacional do transporte de mercadorias por mar, permitindo que o armador desvie para o porto que não o de destino, em caso de congestionamento”. Nestes casos, o custo da colocação da mercadoria no destino real fica por conta do carregador. Este responsável lamenta que “os armadores não tenham divulgado a informação, iludindo os carregadores”.Uma vez que o mercado angolano assume um peso considerável no volume de negócios nacional, o presidente executivo da APAT considera que ou não se envia carga para Angola ou “envia-se para o único sítio que poderá ter viabilidade”.Para fazer face ao congestionamneto no porto de Luanda, Sílvio Vinhas, presidente do Conselho de Administração do porto comercial de Luanda, garantiu recentemnete que serão criados centros logísticos de tratamento de mercadorias portuárias e três portos secos.Segundo Rogério Alves Vieira, a juntar ao problema do congestionamento portuário angolano, há o aperto de transferências por parte do Banco Comercial de Angola, que tem de autorizar todas as transferências acima de 100.000 dólares, quando antes só o fazia com quantias superiores a 500.000 dólares. Um dos contratempos provocados por esta situação e apontados por Rogério Alves Vieira é que o “exportador vai ter mais dificuldade em receber o dinheiro”.
Fonte: Logistica Moderna

ANGOLA – ECONOMIA

Maio 25, 2009
Sílvio Vinhas, presidente do Porto Comercial de Luanda, está convicto que a criação de centros logísticos de tratamento de mercadorias portuárias vai facilitar o descongestionamento de navios no largo da costa e de contentores no recinto da empresa. Vinhas fez esta declaração aquando do 4º ciclo de conferências sobre a eficiência e eficácia no sector empresarial público, organizado pela Escola Nacional de Administração (ENAD), tendo precisado que a criação destas infra-estruturas iniciou-se com a construção do Porto Seco de Viana, em 2006.
A curto prazo vão nascer nos arredores da capital angolana mais três portos secos – um de grande dimensões no município do Cacuaco (para onde está projectado o novo porto de Luanda), um em Viana e outro na zona da Petrangol, no sentido de se descongestionar o interior do porto de Luanda. Em termos de eficiência e eficácia, Sílvio Vinhas referiu que o porto de Luanda regista por ano a chegada de mais navios do que o planificado e o congestionamento impede a descarga das mercadorias e a sua entrega aos clientes nos prazos e datas estabelecidos.
Fonte: Cargo News.

ANGOLA CONSTRUÇÃO DE UM PORTO SECO

Maio 21, 2009
O Governo provincial da Huíla pretende construir, na localidade da Chanja, arredores do Lubango, um porto seco para armazenar rochas ornamentais destinadas à exportação, anunciou no início da semana o governador provincial, Isaac dos Anjos. O governante fez este anúncio no acto inaugural do seminário nacional sobre a reestruturação e modernização de Caminhos-de-ferro de Angola, numa promoção do Ministério dos Transportes. Isaac dos Anjos disse que para o efeito estão já disponíveis 200 hectares para a construção de um terminal de carga, projectos que oferecerão uma adequada viabilização da exploração ferroviária, que irá despertar o interesse de investidores. O chefe do executivo huilano fez saber que para a viabilização económica da linha-férrea na província da Huíla o governo está a identificar áreas para a exploração de eucalipto em grande escala, produção de cana sacarina e de oleaginosa e construção de grandes silos para a conservação de cereais, que necessitarão de transporte por um preço competitivo. Os caminhos-de-ferro jogarão um papel importante neste processo.
Fonte: Cargo News.
Favor vêr definição de Porto Seco aqui: DÚVIDAS – TERMOS – DEFINIÇÕES

CONFERÊNCIA RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL – ANGOLA

Fevereiro 14, 2009

Conferência Relações Económicas Portugal / Angola – Contributo do Banco BIC e Inauguração Agência no Porto do Banco BIC Português
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Fonte: AEP

UNICARGAS ANGOLA

Janeiro 9, 2009
A empresa angolana de transportes de cargas e transitários (Unicargas) vai apostar, em 2009, no relançamento da actividade de transitários a nível do território nacional, disse esta terça-feira à Angop o presidente do Conselho de Administração, Abel Cosme.
Segundo o gestor, nesta altura a empresa opera apenas na província de Luanda, com uma frota de 50 camiões, mas tem a pretensão de expandir a actividade para outras regiões do país, o que torna necessário o reforço da mesma. Se assim acontecer, disse Abel Cosme, as zonas do país que se beneficiarão, numa primeira fase, desses serviços, serão aquelas onde os agentes privados não têm chegado com frequência. Além das perspectivas de relançamento da actividade de transitários, a Unicargas vai igualmente, no ano que se avizinha, cingir a sua acção na reorganização da própria empresa e no descongestionamento do seu terminal de cargas no Porto de Luanda.
Fonte: Cargo News

R.P.CHINA FINANCIA GRANDES OBRAS EM ANGOLA

Dezembro 22, 2008

R.P. China vai reforçar o financiamento da construção de infraestruturas de transportes em Angola, incluindo o novo aeroporto da capital Luanda. A “garantia” foi dada ao presidente José Eduardo dos Santos, que hoje terminou uma visita oficial a Pequim.

Graças ao seu petróleo, Angola é hoje o maior parceiro comercial da R.P. China em África e dezenas de grandes empresas chinesas estão envolvidas na “reconstrução nacional” daquele país.

“Angola, como parceiro estratégico da China, tem sabido honrar os seus compromissos económicos e financeiros, tendo por essa razão obtido do governo (chinês) a garantia de que irá corresponder à solicitação feita para a concessão de novos créditos”, diz uma nota oficial angolana citada pela agência noticiosa Angop.

Esses créditos, cujo montante não foi especificado, “irão permitir a execução dos principais projectos estruturantes da economia angolana”, entre os quais a construção “de vias férreas”, “portos” e do novo aeroporto internacional “com capacidade para receber 15 milhões de passageiros por ano”, acrescenta o documento.

Segundo a mesma fonte, em 2007, o valor das trocas comerciais bilaterais ultrapassou os 20 mil milhões de dólares (14,2 mil milhões de euros ao câmbio actual) e o número de barris de petróleo importados diariamente de Angola pela China atingiu os 3,19 milhões.

Um alto funcionário chinês já tinha admitido a disposição da R.P. China de reforçar a sua linha de crédito a Angola, estimada actualmente em cerca de cinco mil milhões de dólares (3,57 mil milhões de euros).

“Estamos a planear expandir a nossa cooperação com o Ministério angolano das Finanças”, disse o presidente do Eximbank, Li Ruobu, no final de um encontro com o chefe de Estado angolano, ontem à noite. O Eximbank, um banco estatal criado em 1994, sob a tutela directa do governo de Pequim, é o principal financiador dos mais de 200 projectos de construção em que a China está envolvida em África.

A primeira linha de crédito da R.P. China para Angola, de dois mil milhões de dólares (1,4 mil milhões de euros), foi aberta pelo Eximbank em 2004 e reforçada em 2006, durante a visita a Luanda do primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao. Trata-se de um empréstimo destinado a apoiar as empresas chinesas que investem em Angola e cuja divida é paga em petróleo.

Pelas contas do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, organismo com sede em Macau, criado em 2003, nos primeiros nove meses deste ano o comércio sino-angolano somou 20,8 mil milhões de dólares (16,5 mil milhões de euros), um aumento de 126,2% em relação a igual período de 2007.

Informação colhida através de / Text Copyrights: Transportes & Negócios

INVESTIMENTOS NO PORTO DE CABINDA

Dezembro 14, 2008

O Porto Comercial de Cabinda ganhou, nos últimos quatro anos, a capacidade de manusear anualmente, uma média de 280.000 toneladas de carga diversa, fruto do investimento realizado, informou sexta-feira, o seu director-geral, Lobo do Nascimento. O responsável do porto de Cabinda fez estas declarações na cidade do Lobito, onde participou no conselho alargado do Ministério dos Transportes, tendo referido que antes donvestimento, que permitiu a aquisição de equipamentos de ponta, o Porto de Cabinda manuseava em média 50 mil toneladas de mercadoria por ano. A ampliação da área para a descarga, segundo o responsável, de 19 mil metros quadrados para 55 mil metros quadrados também constitui um dos elementos essenciais que está a favorecer o trabalho portuário. Lobo do Nascimento disse que a unidade portuária já tem espaço para atracagem de navios de seis metros de calado, facto que está a permitir a descarga de maior quantidade de mercadoria, ao invés de optar pelo porto de Ponta Negra, República do Congo. A título de exemplo, adiantou que a instituição vai receber no próximo dia dia 27 de Dezembro um navio brasileiro de cinco metros e meio de calado e 135 metros de comprimento. Para Lopo do Nascimento, a atracagem de um navio brasileiro, de grande calado, vai marcar a história do porto de Cabinda, justificando assim os investimentos feitos pelas autoridades. O aumento da produção e das receitas resultou também na melhoria das condições dos 310 trabalhadores. “Fruto das boas políticas e uma “saúde financeira regular, temos no Porto de Cabinda uma força de trabalho nova e de qualidade, correspondendo ao actual nível de exigências da empresa”, salientou o director-geral. Lobo do Nascimento acrescentou que em função do grande movimento de navios que atracam no recinto com mercadorias destinadas à quadra festiva, a empresa está a funcionar das 7 às 22 horas.O Porto de Cabinda tem no seu todo um leque de infra-estruturas que servem a empresa na prestação de serviços aos seus clientes.A ponte cais, cuja construção data de 1953, foi reabilitada pela Damem Shippyard no ano de 2004, e o seu tempo de vida útil foi estimado para três a cinco anos. Feita em estacas metálicas porticadas e travadas por vigas metálicas, com vigamento em madeira e pavimento igualmente em madeira, tem uma frente acostável de 124 metros, com calado de quatro metros ao “Zero Hidrográfico” e comporta a atracação de navios de três a cinco mil toneladas de carga.
Informação colhida através de / Text Copyrights: Jornal de Angola

ECONOMIA – ANGOLA 2008

Abril 12, 2008

Programa Angola 2008

Angola é um mercado prioritário para as empresas portuguesas.
A economia angolana cresce a taxas médias anuais de cerca de 25%, sendo uma oportunidade o apelo deste país, e do seu povo, para o apoio dos empresários portugueses na (re)construção aos mais diversos níveis. As especificidades e os constrangimentos associados ao processo de internacionalização para Angola implicam uma preparação adequada por parte das empresas portuguesas, nomeadamente um trabalho prévio de preparação em Portugal e de orientação e facilitação no acesso ao território angolano. O presente Programa tem o apoio da PME-Portugal, que celebrou em 2007 um protocolo com o Governo da República Popular de Angola, visando o apoio e a facilitação das exportações e investimentos das empresas portuguesas em Angola. É neste seguimento que surge o Programa Angola 2008 que visa preparar, apoiar e acompanhar o processo de internacionalização de um primeiro conjunto de empresas portuguesas.
Principais vantagens do Programa Angola 2008
- Visita acompanhada no terreno, com apoio para transporte próprio, motorista e segurança; – Contactos Institucionais em Angola (ao mais alto nível); – Apoio logístico e de instalação; – Eficiência nos contactos; – Minimização de Riscos de insucesso; – Apoio na obtenção de visto de entrada em Angola; – Reservas de hotéis e avião garantidas. No final do programa, os participantes e suas empresas estarão aptos a desenvolver operações empresariais angolanas com bases consistentes pelo know-how, contactos, apoio e aconselhamento fornecido durante o programa.

Destinatários:Programa dirigido à alta direcção da empresa, a empresários e quadros com potencial para a internacionalização para Angola.

Objectivos: Diagnosticar, formar, apoiar e acompanhar as empresas na estratégia de internacionalização para Angola.

Valor de Adesão ao Programa: 19.000,00 Euros/Empresa
Pagamento: 50% na inscrição, restantes 50% em cheque pré-datado com data anterior à iniciação da última fase.

Admissão feita da seguinte forma:Entrega de Formulários de pré-inscrição
Confirmação dos dados da adesão e análise da empresa e validação da adesão ao programa.Alertamos que dadas as conhecidas dificuldades logísticas e burocráticas inerentes ao mercado, bem como a elevada selectividade que se pretende para o programa, as inscrições são limitadas e a selecção será feita pela ordem de chegada da inscrição definitiva.Local de Realização do Programa:
Lisboa
Porto


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